Imagens

As imagens listadas abaixo ilustram conceitos aplicados no livro “A Mutilação da Alma Brasileira – Um estudo arquetípico” de Dulce Helena Rizzardo Briza

II. Considerações Teóricas
2. O mito do Herói

Fig. 1 – Jonas e a Baleia – O herói é engolido pelo inconsciente e retorna transformado. Página 30
Fig. 2 – São Jorge mata o dragão para libertar a donzela – Paolo Uccello. O herói liberta a Anima. Página 31
Fig. 3 – Iniciação de circuncisão entre os aborígenes – Ritual primitivo de iniciação. Página 33

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II. Considerações Teóricas
3. Rituais de Passagem e Mutilação

Fig. 4 – Hefesto e os Ciclopes, forjando o escudo de Aquiles – À esquerda, Athena; à direita, Hera. Página 36

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II. Considerações Teóricas
4. O sacrifício

Fig. 5 – Pranto sobre Cristo (detalhe). Página 37
Fig. 6 – Desenho de paciente esquizofrênica demonstrando seu medo de ser engolida pela baleia. Página 38
Fig. 7 – Desenho de paciente esquizofrênico, representando sua alma mutilada. Página 38

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III. Formação do Povo Brasileiro e Sua Expressão Mitológica
3.1.1. O Índio

Fig. 8 – Família indígena – H. Florence. Página 44
Fig. 9 – Assalto dos tupinambás contra os tupiniquins e portugueses – H. Staden. Página 45
Fig. 10 – Aldeia de Tapuias – Rugendas. Página 45
Fig. 11 – Anchieta aplacando as feras: um índio, uma onça e uma cobra – Autor não identificado. Página 49
Fig. 12 – Cotidiano indígena – Florence, Rugendas e Taunay. Página 52

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III. Formação do Povo Brasileiro e Sua Expressão Mitológica
3.1.2. O Negro

Fig. 13 – Habitação de negros – Rugendas. Página 54
Fig. 14 – Festa de Nossa Senhora do Rosário – Rugendas. Página 57
Fig. 15 – Jogo da Capoeira – Rugendas. Página 58
Fig. 16 – Capitão-do-Mato – Rugendas. Página 59
Fig. 17 – Zumbi, o herói negro – Manoel Vitor. Página 59
Fig. 18 – Negra Cabinda – H. Florence. Página 61
Fig. 19- Castigo público na Praça de Santana – Rugendas. Página 62
Fig. 20 – Negros no porão do navio – Rugendas. Página 63

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III. Formação do Povo Brasileiro e Sua Expressão Mitológica
3.1.3. O Branco

Fig. 21 – Habitantes de São Paulo – Rugendas. Página 66
Fig. 22 – Costume de Porto Feliz – H. Florence. Página 72
Fig. 23 – Hans Staden reza assistindo os índios comerem um prisioneiro – H. Staden. Página 83
Fig. 24 – Ipupiara – O fim simbólico da nação indígena. in Histório da Província de Santa Cruz, de Pero Magalhães Gandavo. Página 96
Fig. 25 – O Índio Nelinho, 6, brinca em lago na reserva de Dourados. Página 96

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III. Formação do Povo Brasileiro e Sua Expressão Mitológica
3.2. Reflexões

Fig. 26 – A Crucificação – Salvador Dalí. Página 111
Fig. 27 – Mãe índia alimentando seu filho. Página 112

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IV. Expressão Mitológica da Formação: Os Representantes do Imaginário
4.1. O Curupira

Fig. 28 – O curupira, desenho, na versão amazônica. Página 123
Fig. 29 – O curupira, cerâmica, na versão paulista. Página 126

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IV. Expressão Mitológica da Formação: Os Representantes do Imaginário
4.2. O Saci-Pererê

Fig. 30 – O saci-pererê, desenho, na versão amazônica. Página 130
Fig. 31 – Deus da fecundidade (Frey) – Figura fálica em bronze do séc. XI (Suécia). Página 132
Fig. 32 – O saci-pererê, cerâmica, na versão paulista. Página 136
Fig. 33 – O deus Loki, arruaceiro, representação do Trickster. Página 138

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IV. Expressão Mitológica da Formação: Os Representantes do Imaginário
4.3. A Mula-sem-Cabeça

Fig. 34 – A Mula-sem-cabeça, na literatura infantil. Página 140
Fig. 35 – A Mula-sem-cabeça, na versão em cerâmica nordestina. Página 143

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VI. Conclusões

Fig. 36 – Ayrton Senna, vitorioso, empunha a bandeira brasileira. Página 160
Fig. 37 – Bandeira do Brasil feita e usada por Leonardo (4 anos) no dia do enterro de Senna. Página 162
Fig. 38 – Irmanados, de mãos dadas, os jogadores da Seleção Brasileira, vitoriosa, entram em campo. Página 163
Fig. 39 – Assim como os jogadores, o povo, num gesto de auto-estima, faz uma mandala segurando a bandeira. É a comemoração do tetracampeonato de futebol. Página 163
Fig. 40 – Alegoria da Primavera (detalhe das Três Graças) – Sandro Boticelli. Página 177